Vizinho de escroto, escroto é

No aconchego do meu lar, na paz de domingo concedida gentilmente pelo nosso senhor, escuto “Evil has no bound” do Slayer em um volume considerado anormal pelos reles mundanos. Logicamente, todo e qualquer ser na vizinhança sabia que ali havia alguém escutando Slayer, inclusive o César pochete (filho do Ivo mala), um dos seres mais chatos do mundo. Até a Bibica, vizinha adepta do deixa-disso, já confessou que acha o ser em questão um mala, da maneira dela. Eufemizando, disse que “ele não é chato, só é ruim de piada”. Vindo da Bibica, é um puta insulto.

Pois bem, durante o vômito blasfemo do quarteto diabólico, eis que escuto alguns murros no portão, acompanhados de sons extra-Slayer do tipo “Ô Jandãouô”. Abaixei o som e perguntei o que ele queria, e o infeliz perguntou:

Qualé que é a desse cabeludão aí chamando meu pai toda hora?

O refrão da música é “Evil”, e ele disse que a música estava chamando o pai dele, Ivo. Entenderam? Evil = Ivo.

Bibica tem razão…

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2 respostas para Vizinho de escroto, escroto é

  1. Losterh disse:

    É. Isso prova que se enturmar é uma arte.

  2. Paulo disse:

    Me lembro quando vi o Slayer encerrar o Monsters of Rock em 1998 aqui no estádio do Ibirapuera… o público da banda destruiu o gramado.

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